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<title>RLOP, Vol. 13</title>
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<dc:date>2026-04-20T05:37:52Z</dc:date>
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<title>Justicia procedimental y actitudes políticas: explorando las experiencias de las víctimas de violencia doméstica con la policía</title>
<link>http://hdl.handle.net/10366/165415</link>
<description>What is the relationship between procedural fairness in encounters with the police and intimate partner violence (IPV) survivors' attitudes? I argue that because of the emotional damage caused by victimization, survivors are especially attuned to the interpersonal treatment they receive when seeking help from specialized services (e. g., police). If this treatment is procedurally unfair, they might conclude that IPV laws are not effective and become less likely to report intentions to intervene by calling the police if they witness intimate partner violence. Relying on public opinion data from Brazil, I find that procedural fairness matters for survivors' opinions about laws, but I found no relationship between procedural fairness and bystander intervention attitudes. I explore possible explanations for this non-finding with several additional analyses.; ¿Cuál es la relación entre la justicia procedimental en los encuentros con la policía y las actitudes de las sobrevivientes de violencia doméstica? Sostengo que, debido al daño emocional causado por la victimización, las sobrevivientes están especialmente en sintonía con el trato interpersonal que reciben cuando buscan ayuda de servicios especializados (por ejemplo, la policía). Si este trato es injusto desde el punto de vista procedimental, podrían llegar a la conclusión de que las leyes sobre violencia doméstica no son efectivas y ser menos propensas a intervenir llamando a la policía si son testigos de violencia doméstica. Basándome en los datos de la opinión pública de Brasil, encuentro que la justicia procedimental es importante para las opiniones de las sobrevivientes sobre las leyes, pero no encontré ninguna relación entre la justicia procedimental y las actitudes de intervención de las espectadoras. Exploro posibles explicaciones para este hallazgo nulo con análisis adicionales.; Qual seria a relação entre o tratamento interpessoal justo nos encontros com a polícia e as atitudes de vítimas de violência doméstica? Devido ao dano emocional causado pela vitimização, vítimas estão especialmente vulneráveis ao tipo de tratamento que recebem quando procuram ajuda de serviços especializados (como por exemplo, a polícia). Se esse tratamento for processualmente injusto, elas podem concluir que as leis de combate a violência doméstica e familiar não são eficazes e se tornam menos propensas a relatar intenções de intervir chamando a polícia se testemunharem um caso de violência doméstica. Baseando-me em dados da opinião pública do Brasil, os resultados sugerem que o tratamento interpessoal justo em contato com a polícia é importante para as opiniões de vítimas sobre as leis, mas não encontrei nenhuma relação entre justiça processual e as atitudes de intervenção. Eu exploro possíveis explicações para esse resultado final com análises adicionais.
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<dc:date>2024-05-10T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10366/165416">
<title>¿Los ciudadanos latinoamericanos pueden adivinar el futuro?</title>
<link>http://hdl.handle.net/10366/165416</link>
<description>The present study examined whether Argentinian citizens could predict election results at the sub-national level. We targeted Argentinian Twitter users in seven provinces with polls using Twitter Ads. Argentinian Twitter users constitute a high-ability subgroup that possesses several characteristics that enhance citizen forecasting competence. The polls asked citizens to predict what party would win the first round of the upcoming presidential election in their province. We present a preliminary citizen forecast of the first round of the 2023 Argentinian presidential election. The forecast demonstrates three preliminary findings. First, citizens expect a competitive election in their respective provinces. Second, citizens in almost all the provinces expect an opposition victory. Finally, a high degree of uncertainty surrounds these predictions, with no party obtaining a greater than 50 percent probability of winning in any of the provinces.; En este estudio examinamos si los ciudadanos argentinos serían capaces de predecir los resultados de una elección a nivel subnacional. Lo dirigimos a usuarios argentinos de Twitter en siete provincias utilizando Twitter Ads. Los usuarios argentinos de Twitter constituyen un subgrupo de alta habilidad el cual posee varias características que incrementan su competencia de pronóstico ciudadano. En los sondeos se les pidió a los ciudadanos pronosticar cual partido ganaría la primera ronda en la elección presidencial próxima en su provincia. Presentamos un pronóstico ciudadano preliminar de la primera ronda de la elección presidencial de 2023. El pronóstico muestra tres resultados preliminares. Primero, los ciudadanos anticipan una elección competitiva en sus respectivas provincias. Segundo, los ciudadanos en casi todas las provincias sondeadas suponen una victoria de la oposición. Finalmente, un alto grado de incertidumbre rodea estos pronósticos.; O presente estudo examinou se os cidadãos argentinos poderiam prever os resultados eleitorais em nível subnacional. Alvejamos usuários argentinos do Twitter em sete províncias com pesquisas usando Twitter Ads. Os usuários argentinos do Twitter constituem um subgrupo de alta habilidade que possui várias características que aprimoram a competência de previsão cidadã. As pesquisas pediram aos cidadãos que previssem qual partido venceria o primeiro turno das próximas eleições presidenciais em sua província. Apresentamos uma previsão cidadã preliminar do primeiro turno das eleições presidenciais argentinas de 2023. A previsão demonstra três descobertas preliminares. Primeiro, os cidadãos esperam uma eleição competitiva em suas respectivas províncias. Segundo, cidadãos em quase todas as províncias esperam uma vitória da oposição. Finalmente, um alto grau de incerteza envolve essas previsões, sem que nenhum partido obtenha uma probabilidade superior a 50 % de vitória em qualquer das províncias.
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<dc:date>2024-03-19T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10366/165414">
<title>Legitimando la violencia de manifestantes y policías en protestas sociales: El caso de Chile, 2019-2022</title>
<link>http://hdl.handle.net/10366/165414</link>
<description>Based on a theoretical discussion on the legitimation of violence, we postulate 4 hypotheses on the determinants of the legitimation of acts of violence perpetrated by protests and state agents in popular manifestations in Chile. We test them using polling data from national surveys conducted by the Center for Public Studies between 2019 and 2022. Marches enjoy more legitimation than other forms of violence by protestors. We find a reduction in the legitimation of violence by protests and an increase in the legitimation of violence by state agents in 2021 and 2022 compared to 2019. Those who trust less the Carabineros police and those who believe that the armed forces violated human rights legitimize more all forms of violence by protestors and less the violence by state agents. Right-wingers legitimize violence by state agents more, and leftwingers legitimize violence by protestors more and less that by state agents.; A partir de una discusión sobre la legitimación de violencia política, postulamos 4 hipótesis sobre los determinantes de legitimación de actos de violencia cometidos por manifestantes y por agentes estatales. Las testeamos con 3 encuestas del Centro de Estudios Públicos realizadas entre 2019 y 2022 en Chile. Se legitiman más las marchas que otras formas de violencia ejercidas por manifestantes. Disminuye la legitimación de la violencia de manifestantes y aumenta la legitimación de violencia por agentes del estado en 2021 y 2022 respecto a 2019. Los que confían menos en Carabineros y creen que las fuerzas de orden violaron los derechos humanos legitiman más todas las formas de violencia de manifestantes y menos la violencia de agentes estatales. Los de derecha legitiman más la violencia de agentes del Estado y los de izquierda legitiman más la violencia de manifestantes y menos la de agentes del Estado.; A partir de uma discussão teórica sobre a legitimação da violência, postulamos 4 hipóteses sobre os determinantes da legitimação dos atos de violência perpetrados por protestos e agentes estatais em manifestações populares no Chile. Nós os testamos usando dados de pesquisas nacionais realizadas pelo Centro de Estudos Públicos entre 2019 e 2022. As marchas gozam de mais legitimação do que outras formas de violência por parte dos manifestantes. Encontramos uma redução na legitimação da violência pelos protestos e um aumento na legitimação da violência por parte de agentes estatais em 2021 e 2022 em comparação com 2019. Aqueles que confiam menos na polícia dos Carabineros e aqueles que acreditam que as forças armadas violaram os direitos humanos legitimam mais todas as formas de violência por parte dos manifestantes e menos a violência por parte de agentes estatais. Os direitistas legitimam mais a violência por parte de agentes estatais, e os esquerdistas legitimam cada vez menos a violência por parte de manifestantes do que por agentes estatais.
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<dc:date>2024-06-04T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10366/165413">
<title>María Esperanza Casullo y Harry Brown Araúz. El Populismo en América Central. La pieza que falta para comprender un fenómeno global. Buenos Aires: Siglo XXI Editores, 2023. 288 páginas. ISBN 978-987-801-276-6.</title>
<link>http://hdl.handle.net/10366/165413</link>
<dc:date>2024-06-10T00:00:00Z</dc:date>
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<item rdf:about="http://hdl.handle.net/10366/165412">
<title>Aldo Adrián Martínez Hernández. Partidos y sistemas de partidos en América Latina: Éxito electoral y cambio político (1988-2016). Toluca: Instituto Electoral del Estado de México, 2022. 437 páginas. ISBN 978-607-8818-16-7.</title>
<link>http://hdl.handle.net/10366/165412</link>
<dc:date>2024-06-10T00:00:00Z</dc:date>
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