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Título
Ni campesinos ni obreros rurales: la población rural en un contexto agrario insuficiente
Otros títulos
Neither peasants nor working class: the rural population in an insufficient agrarian context.
Nem camponeses nem classe trabalhadora: a população rural num contexto agrário insuficiente
Autor(es)
Palabras clave
hogares rurales
desproletarización
estrategias de vida
campesinado
Rural Household
Deproletarianization
Livelihoods
Peasants
Lugares rurais
desproletarização
estratégias de vida
campesinato
Fecha de publicación
2024-05-08
Editor
Ediciones Universidad de Salamanca (España)
Citación
Revista Euroamericana de Antropología, (2023)
Resumen
Rural change studies focus on population characterization and definitions of social types. This interest is translated into questions about rural population conformation and social types predominating in rural areas. The answer to this question depends on the type of rurality in consideration. Rurality configuration affects family strategy reproduction. In this article, we refer to «insufficient» ruralities: which do not provide families with the resources to implement sustainable livelihoods. Los estudios sobre el cambio rural y agrario prestan atención especial a la caracterización de la población y a la definición de los sujetos sociales que habitan la ruralidad. Este interés es traducido en interrogantes acerca de la conformación de la población rural y los tipos de sujetos sociales que predominan en los ámbitos rurales. La respuesta a esta pregunta depende del tipo de ruralidad en cuestión. En este artículo nos referimos a lo que consideramos ruralidades de carácter «insuficiente», aquellas que no brindan a las familias los recursos para llevar a la práctica proyectos vitales sostenibles. Esta configuración de la ruralidad incide en las características de las estrategias de reproducción de las familias. Os estudos sobre mudança rural e agrária dedicam especial atenção à caracterização da população e à definição dos sujeitos sociais que habitam a ruralidade. Esse interesse se traduz em questões sobre a conformação da população rural e os tipos de sujeitos sociais que predominam no meio rural. A resposta a essa pergunta depende do tipo de ruralidade em questão. Neste artigo, nos referimos ao que consideramos ser ruralidades de caráter <insuficiente>, aquelas que não fornecem às famílias recursos para implementar projetos de vida sustentáveis. Essa configuração da ruralidade tem impacto nas características das estratégias de reprodução das famílias. A zona do estudo abordada neste artigo, duas áreas rurais da província de Santiago del Estero, na Argentina, que são historicamente consideradas campesinas distinguidas por uma parcela significativa da população rural, incluindo pequenos produtores campesinos e trabalhadores temporários assalariados migrantes. Uma ruralidade integrada de maneira tradicional por lugares que se baseiam nas estratégias familiares de vida na combinação do trabalho no alicerce e fora do alicerce familiar. Os processos sociais modificaram as características históricas desta população e maquiaram a condição campesina da ruralidade. Concluímos que a ruralidade Santiagueña se configura por uma combinação de mosaicos com diferentes presenças no conjunto e que são reflexos dos processos de mudanças sociais e transformações agrárias. A população que pode ser considerada campesina, de forma mais ou menos típica, está restrita a um segmento pequeno e minoritário do todo rural. Assim, grandes faixas da população rural desta província em condições de "salário restrito" ou de "sem salários" sustentam o consumo da vida cotidiana de forma significativa a partir das transferências de renda da proteção social.
URI
ISSN
2387-1555
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