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dc.contributor.advisorTorijano Pérez, María Eugenia es_ES
dc.contributor.authorAlves Ferreira, Liliana Emanuela
dc.date.accessioned2025-09-10T10:37:55Z
dc.date.available2025-09-10T10:37:55Z
dc.date.issued2025
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10366/166994
dc.description.abstract[PT] Guimarães (Portugal) tem uma história antiquíssima que remonta ao século X (Costa, 1968, p. 121). Naquele tempo, parte importante desse território pertencia a Mumadona Dias, condessa que tinha vínculo à corte de Leão (Espanha) (id.). No entanto, na história, Castela (Espanha) é o local da sua proveniência (id.). O território vimaranense por essa época integrava o reino leonês, sendo reconhecida a sua independência apenas em 1143, por Afonso VII, na “Conferência de Zamora” (Alexandre Herculano, 1989, pp. 450-2; Mattoso, 1993a, p. 62). Assim, Dom (daqui em diante D.) Afonso Henriques foi considerado o primeiro rei de Portugal e Guimarães “o berço da nacionalidade portuguesa” (id.). Mas a palavra municipium é anterior à nacionalidade. O termo já era usado no tempo dos Romanos, sendo Guimarães uma comunidade sobrevivente desse período (Mattoso, 1993b, p. 217). Por isso, entendemos o caso município de Guimarães, um exemplo de tradição e dinamismo administrativo que merece ser estudado. Neste sentido, através deste estudo de caso, pretendemos demonstrar a importância estratégica de Guimarães. Assim, investigamos dados qualitativos inexplorados existentes no Arquivo Municipal Alfredo Pimenta (doravante AMAP), sobre a contabilidade mantida pela Câmara Municipal de Guimarães (daqui em diante CMG), entre 1800 e 1974, por sua importância e relevância económica, estratégica, tecnológica e demográfica. Observamos que a contabilidade praticada pela CMG revela a disciplina de registo constante inculcada pelos Códigos Administrativos (doravante CA’s) e demais legislação dirigida à administração pública. Essa legislação disciplinou a forma de representar as contas e a prestação de contas do corpo administrativo CMG. O objetivo era a uniformização da administração local a nível nacional, de forma a torná-la mais facilmente governável (ver Foucault, 2006a). Nesse período, foi também observável o aparecimento de uma nova tecnologia de poder (biopoder) que se dedicou à população, extraindo do governo local o saber necessário para definir a nível governamental o seu campo de intervenção local. Nisto consiste a biopolítica (ver Foucault, 2007b).es_ES
dc.description.abstract[ES] Guimarães (Portugal) tiene una historia muy antigua que se remonta al siglo X (Costa, 1968, p. 121). En ese tiempo, una parte importante de este territorio pertenecía a Mumadona Días, condesa que tenía vínculo a la corte de León (España) (id.). Sin embargo, en la historia, Castilla (España) es el lugar de su procedencia (id.). El territorio vimaranense en esa época integraba el reino leonés, siendo reconocida su independencia sólo en 1143, por Afonso VII, en la "Conferencia de Zamora" (Alexandre Herculano, 1989, pp. 450-2; Mattoso, 1993a, p. 62). Así, Don (en adelante D.) Afonso Henriques fue considerado el primer rey de Portugal y Guimarães “la cuna de la nacionalidad portuguesa” (id.). Pero la palabra municipium es anterior a la nacionalidad. El término ya era usado en la época de los Romanos, siendo Guimarães una comunidad sobreviviente de este período (Mattoso, 1993b, p. 217). Por eso, entendemos el caso del municipio de Guimarães, un ejemplo de tradición y dinamismo administrativo que merece ser estudiado. En este sentido, a través de este estudio de caso, pretendemos demonstrar la importancia estratégica de Guimarães. Así, investigamos datos cualitativos inexplorados existentes en el Archivo Municipal Alfredo Pimenta (en adelante AMAP), sobre la contabilidad mantenida por el Ayuntamiento de Guimarães (en adelante CMG), entre 1800 y 1974, por su importancia y relevancia económica, estratégica, tecnológica y demográfica. Observamos que la contabilidad practicada por CMG revela la disciplina de registro constante inculcada por los Códigos Administrativos (en adelante CA’s) y otras leyes dirigidas a la administración pública. Esta legislación disciplinó la forma de representar las cuentas y la rendición de cuentas del cuerpo administrativo CMG. El objetivo era la uniformización de la administración local a nivel nacional, de forma a tornarla más fácilmente gobernable (véase Foucault, 2006a). En este período, fue también observable la aparición de una nueva tecnología de poder (biopoder) que se dedicó a la población, extrayendo del gobierno local el saber necesario para definir a nivel gubernamental su campo de intervención local. En esto consiste la biopolítica (véase Foucault, 2007b).pt
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isopores_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectTesis y disertaciones académicases_ES
dc.subjectUniversidad de Salamanca (España)es_ES
dc.subjectAcademic Dissertationses_ES
dc.subjectContabilidade administrativaes_ES
dc.subjectDireito administrativoes_ES
dc.subjectDisciplinaes_ES
dc.subjectGovernamentalidadees_ES
dc.subjectBiopoderes_ES
dc.subjectBiopoliticaes_ES
dc.subjectContabilidad administrativaes_ES
dc.subjectDerecho administrativoes_ES
dc.subjectGubernamentalidades_ES
dc.subjectBiopolíticaes_ES
dc.titleA contabilidad e a administraçâo local: a Câmara Municipal de Guimarâes entre 1800 e 1974es_ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesises_ES
dc.subject.unesco5909 Administración Públicaes_ES
dc.subject.unesco5904 Instituciones Políticases_ES
dc.identifier.doi10.14201/gredos.166994
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses_ES


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