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dc.contributor.advisorEspina Barrio, Ángel Baldomero es_ES
dc.contributor.authorNeto Dos Santos Forte Salvado, Pedro Miguel
dc.date.accessioned2026-02-25T12:05:00Z
dc.date.available2026-02-25T12:05:00Z
dc.date.issued2025
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10366/170078
dc.description.abstract[PT] Esta investigação tem por base espacial o concelho de Idanha-a-Nova, território que tem estruturado os seus seculares ritmos históricos a partir da sua situação de dupla periferia: localização fronteiriça e afastamento do centro político do país, realidade tecida, nas últimas décadas, por um despovoamento e um envelhecimento continuado da sua população. Estruturalmente associado à imagem de uma ruralidade tradicional, o século XX, sobretudo a partir da entrada de Portugal na União Europeia, incutiu transformações profundas nos seus horizontes vivenciais alterando a paisagem da ruralidade, principal património produtivo do território. A esta herança ruralista acrescentaram-se outros patrimónios como o património cultural, em toda as suas dimensões, que irá centralizar e assumir um papel determinante nas reorientações económicas e funcionais aplicadas a esta periferia nacional. A um cenário de crise demográfica e de abandono da matriz rural, assistimos ao auge dos processos e activações patrimoniais como eixos estruturadores de linhas de desenvolvimento que pretendem contribuir para atenuar o pano de fundo repulsivo que envolve o território do concelho nas últimas décadas. Esta relevante presença do património ligou-se, de um modo constante, a todas as orientações e projeções que têm como principal agente da reconfiguração económica do território o turismo. A partir da aplicação dos modelos turísticos, a palavra património passou a ocupar um lugar de destaque no campo dos quotidianos da diminuta população residente. Hoje fala-se e vive-se envolvido em patrimónios: gastronómico, monumental, religioso, musical, arqueológico, ambiental …, cuja visibilidade e afirmação lexical advém de um consumo cada vez mais intenso provocado pela circulação turística que tem percorrido algumas 17 comunidades, principalmente as que foram classificadas de Aldeias Históricas, caso de Idanha-a-Velha e de Monsanto, os nossos campos de estudo. O itinerário de investigação iniciou-se a partir da seguinte interrogação: Como se justifica que um território com um centenário processo de patrimonialização, onde se manifestam todas as categorias patrimoniais, formando uma especificidade nacional pela qualidade e diversidade dos seus patrimónios, continue classificado como uma área de “baixa densidade”, apesar dos significativos investimentos económicos de que tem sido alvo com vista ao seu desenvolvimento?es_ES
dc.language.isopores_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectTesis y disertaciones académicases_ES
dc.subjectUniversidad de Salamanca (España)es_ES
dc.subjectTesis Doctorales_ES
dc.subjectAcademic dissertationses_ES
dc.subjectIdanha-a-Novaes_ES
dc.subjectDupla periferiaes_ES
dc.subjectBaixa densidadees_ES
dc.subjectDespovoamentoes_ES
dc.subjectEnvelhecimiento demográficoes_ES
dc.subjectRuralidadees_ES
dc.titlePatrimónio cultural e desenvolvimiento num territorio de "baixa densidade" o caso do concelho de idanha-a-nova Portugal (Tempos e fronteras porosas)es_ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesises_ES
dc.subject.unesco5312.90 Economía Sectorial: Turismoes_ES
dc.subject.unesco5404.02 Geografía Rurales_ES
dc.subject.unesco5206.03 Envejecimiento de la Poblaciónes_ES
dc.identifier.doi10.14201/gredos.170078
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses_ES


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