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<mods:namePart>Santos, Marina Oliveira Teixeira dos</mods:namePart>
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<mods:dateIssued encoding="iso8601">2019</mods:dateIssued>
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<mods:identifier type="citation">Oliveira Teixeira dos Santos, M. (2019). A expansão do Direito Penal europeu frente à subsidiariedade da tutela penal: alternatividade a partir da Mediação Penal de Adultos portuguesa. Revista Brasileira de Direito Processual Penal, 5(1), 219-251.</mods:identifier>
<mods:identifier type="uri">http://hdl.handle.net/10366/156907</mods:identifier>
<mods:identifier type="doi">10.22197/RBDPP.V5I1.189</mods:identifier>
<mods:identifier type="essn">2525-510X</mods:identifier>
<mods:abstract>[PO] Este trabalho baseia-se na relevância das teorias de subsidiariedade da tutela penal e Direito Penal mínimo em confronto com o Direito Penal europeu. Para tanto, inicialmente será traçado um quadro da expansão do Direito Penal europeu, a partir de sua criação e efetivação até a atual competência penal da União Europeia. Em seguida serão analisados os princípios gerais a serem aplicados na análise do Direito Penal europeu, conforme instrumentos e órgãos da própria União e doutrina. Respectivamente, serão tratados: a Carta de Direitos Fundamentais da União Europeia, a Comunicação da Comissão de 2011 e o Manifesto sobre uma Política Criminal Europeia. Por fim, e sem minimizar a importância prática da aplicação em concreto dos princípios estudados, será tratado o instituto da Mediação Penal de Adultos como forma de diversão penal. Instituto este que, por ser instrumento de desjudiciarização, pode ser entendido como alternativa ao Direito Penal tradicional sancionador e, portanto, meio relevante para assegurar a subsidiariedade da tutela penal na União Europeia. Destarte, a partir deste trabalho poderão ser traçadas conclusões sobre o movimento de expansão penal na União Europeia e soluções para que o mesmo não aconteça ilimitadamente, em dissonância com o caráter de ultima ratioda tutela penal.  [EN] This   work    is  based    on  the  relevance of  criminal enforcement’ssubsidiarity and   minimum criminal law’s    theories clashing with Europe’scriminal body of  law.   Therefore, initially it  will   be  traced     a  framework of  European criminal law’s    expansion, from    its  creation and   effectiveness until  the  current EU’s    criminal jurisdiction. Afterwards, the  general principlesthat   must    be  observed during     the   analysis of  EU’s   criminal law focusingon  its  subsidiarity will   be  studied: respectively, EU’s   Fundamental Rights   Charter, the  2011    Commission’s communication and   the  Manifesto on European Criminal Policy.    At  last,   but   not   at  all  minimizing the   importance of  the   principles studied, it  shall    be  treated Portugal’s criminal mediation for  adults   as  an  alternative to  classic     punitive criminal law  and,   due   to  that,   means to  ensure EU’s   criminal law subsidiarity. Hence, it  will   be  possibleto  make    conclusions regarding EU’s   expanding criminal law enforcementand solutions so  that   this   growth does    not   happen without limitation – in dissonance with   the ultima ratio nature of the criminal enforcement.</mods:abstract>
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<mods:title>A expansão do Direito Penal europeu frente à subsidiariedade da tutela penal: alternatividade a partir da Mediação Penal de Adultos portuguesa</mods:title>
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