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dc.contributor.authorFranco Rodríguez, Reynner Rafael 
dc.date.accessioned2016-06-16T07:47:35Z
dc.date.available2016-06-16T07:47:35Z
dc.date.issued2015
dc.identifier.citationFranco, R. (2015). Identidade e diferença, expressões superficiais: sobre o “Uso da Intuição” como fundamento da compreensão em Simmel Identidade e diferença, expressões superficiais: sobre o “Uso da Intuição” como fundamento da compreensão em Simmel. En Diogo Ferrer, Luciano Utteich (coord.). A filosofia transcedental e a sua crítica (193-211). Coimbra: Universidade de Coimbra
dc.identifier.isbn978-989-26-1048-1
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10366/129639
dc.description.abstract[POR]A controvérsia em torno da compreensão histórica e supra-histórica oferece a Simmel algumas chaves para criticar a concepção mecani- cista da intuição, atravessada pelo suposto de que a compreensão se consuma mediante processos de interacção entre elementos idênticos e/ou diferentes. Contra esta posição, Simmel redesenha o sentido (e os elementos) da interacção própria da compreensão, propondo a noção de “uso da intuição” como fio condutor do com- preender. Este enfoque articula-se com a sua viragem especifica, pragmático-evolutivo-vitalista, do transcendentalismo kantiano. O “uso da intuição” revela-se como o modo fáctico de aceder a uma “totalidade vital” supra-individual. Tanto pela sua função, como pelo seu conteúdo, esta noção poderia corresponder ao principal suporte ou fundamento da compreensão, a qual deve ser suposta com o âmbito ou a condição da dedução.es_ES
dc.description.abstract[EN]The controversy surrounding the historical comprehension and the suprahistorical comprehension provides Simmel with some keys to criticize the mechanistic conception of intuition, grounded on the assumption that comprehension is reached by processes of interaction of identical and/or different elements. Against this, Simmel redefines the meaning (and the elements) of the interaction of comprehension itself by suggesting the notion of “use of intuition” as a connecting thread to come to understand. This approach is related to Simmel’s particular – pragmatic- -evolutionary-vitalist – turn on Kant’s transcendentalism. The “use of intuition” is revealed as a factual way to access a supraindividual “vital totality”. In terms of both, its function and its content, this notion could form the main support or foundation of comprehension, which should be taken as a field or condition of the deduction.
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.languagePortugués
dc.language.isopores_ES
dc.publisherUniversidade de Coimbra (Portugal)es_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Unported
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/
dc.subjectSimmeles_ES
dc.subjectComprensión histórica
dc.subjectComprensión supra-histórica
dc.subjectIntuición
dc.subjectPragmatismo vitalista
dc.subjectIntuición
dc.subjectTrascendentalismo
dc.subjectHistorical comprension
dc.subjectSuprahistorical comprehension
dc.subjectIntuition
dc.subjectVitalist pragmatism
dc.subjectTranscendentalism
dc.titleIdentidade e diferença, expressões superficiais: sobre o “Uso da Intuição” como fundamento da compreensão em Simmeles_ES
dc.title.alternativeIdentity and Diference, Superficial Expressions: About the "Use of Intuition" as the Basis of Comrehension in Simmeles_ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bookPartes_ES
dc.relation.publishversionhttp://hdl.handle.net/10316.2/38240
dc.subject.unesco7207 Filosofía social
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.14195/978-989-26-1049-8_6
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess


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