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dc.contributor.advisorNevado Batalla Moreno, Pedro Tomás es_ES
dc.contributor.authorAlves Bonatti, Gisele
dc.date.accessioned2026-02-06T09:13:21Z
dc.date.available2026-02-06T09:13:21Z
dc.date.issued2025
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10366/169577
dc.description.abstract[ES] La crisis ambiental y climática que atravesamos es el resultado de un modelo de desarrollo económico insostenible, centrado en el crecimiento continuo y en la consolidación de una sociedad de consumo que ignora las externalidades ambientales negativas. Ante este escenario, se hace imprescindible investigar las causas estructurales de la degradación ambiental, con el objetivo de garantizar la efectividad del derecho humano a un medio ambiente ecológicamente equilibrado, así como de otros derechos interdependientes, como el derecho a la salud, a la alimentación, al agua potable, a la vivienda y, en última instancia, a la vida. En este contexto, la industria de la moda —en particular los sectores textil y de confección— se destaca como uno de los más contaminantes del planeta. Su cadena de valor abarca etapas de elevado impacto ambiental, desde la extracción de materias primas, el uso intensivo de sustancias químicas, el consumo energético y la emisión de gases de efecto invernadero, hasta la generación masiva de residuos, tanto en el proceso productivo como en la fase de posconsumo. A partir de la década de 1990, en el marco de la globalización neoliberal, se consolidó el modelo denominado fast fashion, basado en una lógica de producción acelerada, de bajo coste y escasa durabilidad, orientada al consumo inmediato y a la rápida obsolescencia de los productos. Este sistema fomenta la fugacidad de las tendencias y estimula un mecanismo compulsivo de “comprar y desechar”, intensificando de forma significativa los impactos ambientales del sector. Considerando que Brasil alberga la cadena de producción textil más completa de Occidente y ocupa una posición destacada en el mercado internacional, este trabajo se propone analizar críticamente cómo el ordenamiento jurídico brasileño enfrenta los desafíos ambientales vinculados a la industria de la moda.es_ES
dc.description.abstract[EN] The environmental and climate crisis we face today is the consequence of an unsustainable model of economic development, based on continuous growth and the consolidation of a consumer society that systematically disregards negative environmental externalities. In this context, investigating the structural causes of environmental degradation becomes essential to ensuring the effective realization of the human right to an ecologically balanced environment, along with other interdependent rights such as the rights to health, food, safe drinking water, adequate housing, and, ultimately, life. Within this scenario, the fashion industry — particularly the textile and garment sectors — stands out as one of the most polluting industries in the world. Its value chain includes stages of significant environmental impact, ranging from the extraction of raw materials and the intensive use of chemical substances, to high energy consumption, greenhouse gas emissions, and the massive generation of waste, both during production and in the post-consumer phase. Since the 1990s, within the framework of neoliberal globalization, the model known as fast fashion has become consolidated. It is characterized by accelerated production, low costs, and products with limited durability, designed for immediate consumption and rapid obsolescence. This system fuels the ephemerality of fashion trends and drives a compulsive “buy and discard” culture, which significantly amplifies the environmental impacts of the sector. Given that Brazil possesses the most comprehensive textile production chain in the Western hemisphere and occupies a prominent position in the global market, this study seeks to critically examine how the Brazilian legal system addresses the environmental challenges posed by the fashion industry.en
dc.description.abstract[PT] A crise ambiental e climática que atravessamos é resultado de um modelo de desenvolvimento econômico insustentável, centrado no crescimento contínuo e na consolidação de uma sociedade de consumo que ignora as externalidades ambientais negativas. Diante desse cenário, torna-se imprescindível investigar as causas estruturais da degradação ambiental, com o objetivo de garantir a efetividade do direito humano ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem como de outros direitos interdependentes, como o direito à saúde, à alimentação, à água potável, à moradia e, em última instância, à vida. Nesse contexto, a indústria da moda — em particular os setores têxtil e de confecção — destaca-se como uma das mais poluentes do planeta. Sua cadeia de valor abrange etapas de elevado impacto ambiental, desde a extração de matérias-primas, o uso intensivo de substâncias químicas, o consumo energético e a emissão de gases de efeito estufa, até a geração massiva de resíduos, tanto no processo produtivo quanto na fase de pós-consumo. A partir da década de 1990, no contexto da globalização neoliberal, consolidou-se o modelo denominado fast fashion, baseado em uma lógica de produção acelerada, de baixo custo e reduzida durabilidade, voltado ao consumo imediato e à rápida obsolescência dos produtos. Esse sistema fomenta a fugacidade das tendências e estimula um mecanismo compulsivo de “comprar e descartar”, intensificando de forma significativa os impactos ambientais do setor. Considerando que o Brasil abriga a cadeia de produção têxtil mais completa do Ocidente e ocupa posição de destaque no mercado internacional, o presente trabalho propõe-se a analisar criticamente como o ordenamento jurídico brasileiro enfrenta os desafios ambientais relacionados à indústria da moda.pt_PT
dc.language.isospaes_ES
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/*
dc.subjectTesis y disertaciones académicases_ES
dc.subjectUniversidad de Salamanca (España)es_ES
dc.subjectTesis Doctorales_ES
dc.subjectAcademic dissertationses_ES
dc.subjectIndustria de la modaes_ES
dc.subjectMedio ambientees_ES
dc.subjectDerechos humanoses_ES
dc.subjectConsumoes_ES
dc.subjectFast fashiones_ES
dc.subjectFashion industryes_ES
dc.subjectEnvironmentes_ES
dc.subjectHuman rightses_ES
dc.subjectConsumptiones_ES
dc.subjectIndústria da modaes_ES
dc.subjectMeio ambientees_ES
dc.subjectDireitos humanoses_ES
dc.titleLa industria de la moda y el derecho humano al medioambiente sano: un análisis de los impactos ambientales derivados del modelo actual de producción de la moda a la luz del derecho ambiental brasileñoes_ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/doctoralThesises_ES
dc.subject.unesco5605.01 Derecho Administrativoes_ES
dc.subject.unesco5902.08 Política del Medio Ambientees_ES
dc.identifier.doi10.14201/gredos.169577
dc.rights.accessRightsinfo:eu-repo/semantics/openAccesses_ES


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