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| dc.contributor.advisor | Fernandes Freitas, Pedro Miguel | es_ES |
| dc.contributor.author | Carrinho Muniz, Alexandre | |
| dc.date.accessioned | 2026-03-09T14:04:41Z | |
| dc.date.available | 2026-03-09T14:04:41Z | |
| dc.date.issued | 2025 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10366/170372 | |
| dc.description | Versión reducida de la Tesis | es_ES |
| dc.description.abstract | [PT] A justiça penal internacional se consolidou como uma das mais relevantes conquistas jurídicas do pós-guerra, marcada pelo esforço de transformar a punição de crimes atrozes em um instrumento de proteção da dignidade humana. O papel do Tribunal Penal Internacional – TPI, como instância central nesse processo, destaca-se não apenas na responsabilização de perpetradores, mas, sobretudo, na incorporação inédita da proteção e reparação das vítimas no âmbito de um tribunal criminal internacional permanente. As atrocidades históricas impulsionaram a construção de um modelo normativo capaz de reconhecer as vítimas como sujeitos ativos da justiça, rompendo com a tradição de invisibilidade que marcou sistemas anteriores. A evolução da justiça penal internacional se tensiona entre universalidade e seletividade, legitimidade e limitação política, com destaque no caráter inovador do Estatuto de Roma, que prevê a participação das vítimas e mecanismos de reparação, incluindo medidas individuais, coletivas e simbólicas, que resgatam não apenas os danos materiais, mas também aspectos culturais e comunitários. Nesse sentido, a justiça internacional vem dialogando com demandas de memória, reconhecimento e restauração, especialmente em contextos de conflitos armados que atingem desproporcionalmente grupos vulneráveis, como mulheres e crianças. Casos como Lubanga, Katanga, Ntaganda, Al Mahdi, Bemba, Ongwen e Al Hassan são examinados como experiências práticas que revelam avanços e desafios na efetivação da proteção às vítimas e na implementação das reparações. Embora o TPI tenha estabelecido precedentes transformadores, a execução das medidas enfrenta obstáculos significativos, como limitações financeiras, resistência política e dificuldades logísticas, que comprometem sua eficácia em nível comunitário. A consolidação da justiça penal internacional ultrapassa a lógica punitiva e se aproxima de um modelo híbrido, em que responsabilização e reparação caminham lado a lado. Essa mudança de paradigma amplia o alcance da justiça, ao reconhecer que o restabelecimento da dignidade das vítimas é elemento essencial para a reconstrução social e para a prevenção de novas violações. O fortalecimento da justiça penal internacional exige não apenas o aprimoramento normativo e institucional do TPI, mas também maior cooperação interestatal, integração das organizações locais e participação ativa da sociedade civil. Nesse percurso, o tribunal revela-se não apenas como guardião da legalidade internacional, mas como espaço de afirmação de direitos fundamentais e de reconstrução democrática em sociedades devastadas pela violência. | es_ES |
| dc.description.abstract | [EN] International criminal justice has established itself as one of the most significant legal achievements of the post-war period, marked by efforts to transform the punishment of heinous crimes into an instrument for protecting human dignity. The role of the International Criminal Court – ICC as a central body in this process stands out not only in holding perpetrators accountable, but above all in the unprecedented incorporation of victim protection and reparation within the scope of a permanent international criminal court. Historical atrocities have driven the construction of a normative model capable of recognizing victims as active subjects of justice, breaking with the tradition of invisibility that marked previous systems. The evolution of international criminal justice is caught between universality and selectivity, legitimacy and political limitation, with emphasis on the innovative nature of the Rome Statute, which provides for the participation of victims and mechanisms for reparation, including individual, collective, and symbolic measures that address not only material damages but also cultural and community aspects. In this sense, international justice has been engaging with demands for memory, recognition, and restoration, especially in contexts of armed conflict that disproportionately affect vulnerable groups, such as women and children. Cases such as Lubanga, Katanga, Ntaganda, Al Mahdi, Bemba, Ongwen, and Al Hassan are examined as practical experiences that reveal advances and challenges in the effective protection of victims and the implementation of reparations. Although the ICC has set transformative precedents, the implementation of measures faces significant obstacles, such as financial constraints, political resistance, and logistical difficulties, which compromise their effectiveness at the community level. The consolidation of international criminal justice goes beyond punitive logic and moves toward a hybrid model, in which accountability and reparation go hand in hand. This paradigm shift broadens the scope of justice by recognizing that restoring the dignity of victims is essential for social reconstruction and the prevention of new violations. Strengthening international criminal justice requires not only normative and institutional improvements to the ICC, but also greater inter-state cooperation, integration of local organizations, and active participation by civil society. In this process, the court reveals itself not only as the guardian of international legality, but also as a space for the affirmation of fundamental rights and democratic reconstruction in societies devastated by violence. | en |
| dc.description.abstract | [ES] La justicia penal internacional se ha consolidado como uno de los logros jurídicos más relevantes de la posguerra, marcado por el esfuerzo de transformar el castigo de los crímenes atroces en un instrumento de protección de la dignidad humana. El papel de la Corte Penal Internacional – CPI, como instancia central en este proceso, destaca no solo por la responsabilización de los perpetradores, sino, sobre todo, por la incorporación sin precedentes de la protección y reparación de las víctimas en el ámbito de un tribunal penal internacional permanente. Las atrocidades históricas impulsaron la construcción de un modelo normativo capaz de reconocer a las víctimas como sujetos activos de la justicia, rompiendo con la tradición de invisibilidad que caracterizó a los sistemas anteriores. La evolución de la justicia penal internacional se debate entre la universalidad y la selectividad, la legitimidad y la limitación política, destacando el carácter innovador del Estatuto de Roma, que prevé la participación de las víctimas y mecanismos de reparación, incluyendo medidas individuales, colectivas y simbólicas, que rescatan no solo los daños materiales, sino también los aspectos culturales y comunitarios. En este sentido, la justicia internacional ha estado dialogando con las demandas de memoria, reconocimiento y restauración, especialmente en contextos de conflictos armados que afectan de manera desproporcionada a grupos vulnerables, como las mujeres y los niños. Casos como Lubanga, Katanga, Ntaganda, Al Mahdi, Bemba, Ongwen y Al Hassan se examinan como experiencias prácticas que revelan avances y desafíos en la efectividad de la protección de las víctimas y la implementación de las reparaciones. Aunque la CPI ha sentado precedentes transformadores, la ejecución de las medidas se enfrenta a obstáculos significativos, como limitaciones financieras, resistencia política y dificultades logísticas, que comprometen su eficacia a nivel comunitario. La consolidación de la justicia penal internacional va más allá de la lógica punitiva y se acerca a un modelo híbrido, en el que la rendición de cuentas y la reparación van de la mano. Este cambio de paradigma amplía el alcance de la justicia, al reconocer que el restablecimiento de la dignidad de las víctimas es un elemento esencial para la reconstrucción social y la prevención de nuevas violaciones. El fortalecimiento de la justicia penal internacional exige no solo la mejora normativa e institucional de la CPI, sino también una mayor cooperación interestatal, la integración de las organizaciones locales y la participación activa de la sociedad civil. En este camino, el tribunal se revela no solo como guardián de la legalidad internacional, sino como espacio de afirmación de los derechos fundamentales y de reconstrucción democrática en sociedades devastadas por la violencia. | es_ES |
| dc.language.iso | por | es_ES |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional | * |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | * |
| dc.subject | Tesis y disertaciones académicas | es_ES |
| dc.subject | Universidad de Salamanca (España) | es_ES |
| dc.subject | Tesis Doctoral | es_ES |
| dc.subject | Academic dissertations | es_ES |
| dc.subject | Justiça penal internacional | es_ES |
| dc.subject | Tribunal Penal Internacional | es_ES |
| dc.subject | Vitimas | es_ES |
| dc.subject | Reparação | es_ES |
| dc.subject | Dignidade | es_ES |
| dc.subject | International criminal justice | es_ES |
| dc.subject | International Criminal Court | es_ES |
| dc.subject | Victims | es_ES |
| dc.subject | Reparation | es_ES |
| dc.subject | Dignity | es_ES |
| dc.subject | Justicia penal internacional | es_ES |
| dc.subject | Corte Penal Internacional | es_ES |
| dc.subject | Víctimas | es_ES |
| dc.subject | Dignidad | es_ES |
| dc.title | Desafios e perspectivas na tutela de vítimas de crimes de jurisdição do Tribunal Penal Internacional | es_ES |
| dc.type | info:eu-repo/semantics/doctoralThesis | es_ES |
| dc.subject.unesco | 5605.03 Derecho Mercantil | es_ES |
| dc.subject.unesco | 5605.05 Derecho Penal | es_ES |
| dc.subject.unesco | 5906.01 Derechos Humanos | es_ES |
| dc.identifier.doi | 10.14201/gredos.170372 | |
| dc.rights.accessRights | info:eu-repo/semantics/openAccess | es_ES |











