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Título
La planificación como instrumento de la Arquitectura Global de la Educación: un caso entre Brasil y España
Otros títulos
Planning as an instrument of the Global Architecture of Education: a case between Brazil and Spain
O planejamento como instrumento da Arquitetura Global da Educação: um caso entre o Brasil e a Espanha
Autor(es)
Palabras clave
School Map
Brazil
Spain
Global Architecture of Education
Mapa Escolar
Brasil
España
Arquitectura Global de la Educación
Mapa Escolar
Brasil
Espanha
Arquitetura Global da Educação
Fecha de publicación
2026-07-13
Editor
Ediciones Universidad de Salamanca (España)
Citación
Revista de Estudios Brasileños, 11 (2024)
Resumen
This article examines the School Mapping policy as part of the Global Architecture of Education promoted by UNESCO, focusing on the cases of Brazil and Spain during the 1960s and 1970s. Drawing on an interdisciplinary approach that integrates geography, history of education, and social sciences, the study analyzes how international guidelines were reinterpreted by developmentalist authoritarian regimes, highlighting the relationship between space, power, and state modernization. Based on official documents, technical reports, and academic studies, it demonstrates that although both countries were influenced by multilateral organizations such as UNESCO and the OECD, the implementation of Mapa Escolar followed distinct national logics. In Spain, the term Carta Escolar became consolidated, accompanied by conceptual debates led by authors such as Carrasco and Soler Valero. In Brazil, the concept gained material expression in pioneering regional initiatives, particularly in Pernambuco, through the work of Zaida Cavalcanti and the Regional Centers for Educational Research. The study shows that Mapa Escolar is not merely a technical instrument but also a political device that expresses models of society, power relations, and territorial conceptions. The research contributes to a transnational historiography of education by demonstrating how global policies were re-signified within distinct local contexts. El artículo examina la política del Mapa Escolar como parte de la Arquitectura Global de la Educación promovida por la Unesco, centrándose en los casos de Brasil y España en las décadas de 1960 y 1970. A partir de un enfoque interdisciplinar que articula geografía, historia de la educación y ciencias sociales, se analiza cómo las directrices internacionales fueron reinterpretadas por regímenes autoritarios de carácter desarrollista, poniendo de relieve la relación entre espacio, poder y modernización estatal. A partir de documentos oficiales, informes técnicos y estudios académicos, se demuestra que, aunque ambos países fueron influenciados por organismos multilaterales como la Unesco y la OCDE, la implementación del Mapa Escolar siguió lógicas propias. En España se consolidó el término Carta Escolar, acompañado de debates conceptuales desarrollados por autores como Carrasco y Soler Valero. En Brasil, el concepto adquirió materialidad en experiencias regionales pioneras, especialmente en Pernambuco, con destaque para la actuación de Zaida Cavalcanti y los Centros Regionales de Investigaciones Educativas. El estudio evidencia que el Mapa Escolar no se limita a un instrumento técnico, sino que constituye también un dispositivo político que expresa modelos de sociedad, relaciones de poder y concepciones territoriales. La investigación contribuye a una historiografía educativa transnacional al demostrar cómo las políticas globales fueron resignificadas en contextos locales distintos. O artigo examina a política do Mapa Escolar como parte da Arquitetura Global da Educação promovida pela Unesco, concentrando-se nos casos do Brasil e da Espanha nas décadas de 1960 e 1970. A partir de uma abordagem interdisciplinar que articula geografia, história da educação e ciências sociais, analisa-se como diretrizes internacionais foram reinterpretadas por regimes autoritários de caráter desenvolvimentista, evidenciando a relação entre espaço, poder e modernização estatal. Com base em documentos oficiais, relatórios técnicos e estudos acadêmicos, demonstra-se que, embora ambos os países tenham sido influenciados por organismos multilaterais como a Unesco e a OCDE, a implementação do Mapa Escolar seguiu lógicas próprias. Na Espanha, consolidou-se o termo Carta Escolar, acompanhado de debates conceituais desenvolvidos por autores como Carrasco e Soler Valero. No Brasil, o conceito ganhou materialidade em experiências regionais pioneiras, especialmente em Pernambuco, com destaque para a atuação de Zaida Cavalcanti e dos Centros Regionais de Pesquisas Educacionais. O estudo evidencia que o Mapa Escolar não se restringe a um instrumento técnico, constituindo-se também como dispositivo político que expressa modelos de sociedade, relações de poder e concepções territoriais. A pesquisa contribui para uma historiografia educacional transnacional ao demonstrar como políticas globais foram ressignificadas em contextos locais distintos.
URI
ISSN
2386-4540
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